Zanini Blog
22
Fev

Você conhece todos os serviços de um cartão de crédito?

quarta, 22 de fevereiro de 2012 | 10:10

SÃO PAULO - Que o cartão de crédito é um meio de pagamento mais prático e seguro do que dinheiro, você já deve ter percebido. Mas realmente está por dentro de todas as vantagens que o plástico pode oferecer?

Uma delas, bem básica, é poder concentrar os pagamentos de suas contas em uma única fatura, o que pode se revelar um aliado e tanto na hora de controlar o orçamento. Também evita que você esqueça ou atrase alguma conta e, consequentemente, deixe de arcar com juros desnecessários. Mas nem por isso você deve deixar de se organizar.

“A pessoa tem de reservar a quantia que seria gasta com a conta para pagar a fatura. Agora, se ela usa o cartão e o valor que ela teria gasto se tivesse pagado no débito, por exemplo, ela gasta com outra coisa e começa a atrasar o pagamento da fatura ou mesmo entrar no rotativo, é um grande problema”, explica o professor de finanças da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Fábio Gallo.

Recompensas
Dependendo do tipo de cartão, é possível também participar dos chamados programas de benefícios e recompensas, que trazem várias comodidades e até certa economia. O mais comum deles é ser premiado nas compras com pontos para serem trocados por milhas aéreas ou diárias em hotéis. Neste caso, é preciso apenas ficar atento a algumas condições, como prazo. De nada adianta ter tantas milhas, se não vai ter tempo para desfrutá-las dentro do prazo definido pelo programa.

Ainda dá para trocar os pontos para ter aquele produto que você estava cobiçando, como um game de última geração, um smartphone ou um tablet, por exemplo.

O cartão pode ainda deixar seu lazer mais barato e confortável. Já pensou que você poder usá-lo para ter descontos em diversos locais ou ainda pagar a metade de um valor do ingresso de cinema? Ou, então, evitar o estresse de ficar horas na fila para comprar o ingresso de um show, tendo acesso antecipado às entradas?

E, mais recentemente, as operadoras de telefonia se uniram com os bancos para juntos oferecerem um programa de prêmios que podem ser resgatados como créditos em reais, minutos ou torpedos.

Cuidados
É claro que, para usar bem essas e outras vantagens, você deve ter alguns cuidados. Não precisa ir comprando sem necessidade, só para acumular pontos. Basta apenas destinar todos os seus pagamentos para o cartão, que assim você estará participando do programa de recompensas.

Também é recomendável avaliar se os serviços oferecidos podem ter um custo adicional ou seguro embutido. “Vale a pena aderir, desde que não tenha custos. É importante ficar atento a possíveis taxas de adesão”, diz o professor de pós-graduação da Trevisan Escola de Negócios, Ricardo Cintra.

Mas, usando com consciência seu cartão, você pode tirar proveito dos diversos benefícios do plástico. Afinal, eles estão lá para serem utilizados, não é mesmo?

 

 

Fonte: InfoMoney

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17
Fev

Páscoa deve gerar 4.399 empregos na RMC, afirma Acic

sexta, 17 de fevereiro de 2012 | 09:45

A indústria e o comércio da RMC (Região Metropolitana de Campinas) devem criar 4.399 vagas de emprego temporário por causa da Páscoa, que este ano será comemorada dia 8 de abril. A estimativa é da Acic (Associação Comercial e Industrial de Campinas). O número de vagas temporárias é 6,15% maior que o oferecido ano passado, quando 4.144 pessoas tiveram oportunidade de trabalho.

Das 4.399 vagas, a maioria é para lojas localizadas em shopping centers (1.945). Em seguida aparece o comércio central (1.167), supermercados (725) e indústrias (562).

Do total de empregos temporários na região, 3.127 serão destinados para Campinas, o que corresponde a 71% do total, segundo informação da Acic.

“As entidades do segmento calculam que a produção e venda de chocolates no ano passado cresceram cerca de 7,5% em relação a 2010. Para 2012, a produção e venda desses produtos de Páscoa devem movimentar cerca de 3 milhões de toneladas”, afirmou o economista da Acic Laerte Martins.

SELEÇÃO ABERTA

Proprietária da Cacau Show, localizada no bairro Cambuí, em Campinas, Paola Trajano disse que já abriu a seleção para a contratação de dois funcionários temporários. O contrato tem duração de um mês e o temporário começa a trabalhar no início do mês que vem.

Ela explica que existe a chance de o profissional ser efetivado caso mostre dedicação e tenha um bom desempenho durante o período contratado. A efetivação pode até ser feita por uma outra loja da franquia.

“Os donos das lojas da rede na cidade se conversam, e se abrir uma vaga em outra unidade esse trabalhador temporário que teve bom desempenho pode até ser indicado para outra loja. É uma oportunidade para aparecer”, explicou a proprietária da loja.

ALTA

De acordo com Laerte Martins, o preço da matéria-prima do chocolate deve ter alta média de 7,5%, o que representará um aumento real no preço dos produtos de 1,5%, já descontada a inflação.

Fonte: Todo Dia

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16
Fev

Comissão do Senado suspende exigência de ponto eletrônico nas empresas

quinta, 16 de fevereiro de 2012 | 13:29

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, nesta quarta-feira, 15, o Projeto Decreto Legislativo do Senado (PDS 593/10) que suspende a Portaria 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego, que disciplina o uso do Registrador Eletrônico de Ponto (REP) e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP) nas empresas brasileiras. De autoria da então senadora Níura Demarchi (PSDB-SC), o projeto segue agora para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Segundo a portaria do Ministério do Trabalho, o ponto dos trabalhadores deve ser marcado em equipamento REP e registrados pelo SREP. O equipamento deve permanecer no local da prestação do serviço e ser dotado de equipamento para funcionamento sem energia elétrica. A portaria ainda determina que o sistema de registro eletrônico de ponto deverá imprimir comprovante da marcação do ponto do trabalhador, podendo a empresa ser autuada em caso de descumprimento da determinação.

O mercado, determina a portaria, tem prazo de 12 meses para desenvolver tecnologia, fabricar, certificar, homologar, integrar com os software de processamento, treinar equipes em todo Brasil, bem como realizar a adequação administrativa dos empregadores e a definitiva implantação do sistema de registro de ponto.

Em seu voto pelo fim da portaria, o relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), argumenta que as exigências do Ministério do Trabalho vão gerar impactos negativos às empresas, aos trabalhadores e suas relações de modo geral. Ele explicou que as empresas serão obrigadas a adquirir novo equipamento, o que representa um gasto desnecessário e o sucateamento dos equipamentos hoje utilizados para registro de ponto.

Conforme o senador, os gastos do setor produtivo para adoção da nova regra são estimados em R$ 6 bilhões, despesa que o relator considera imprópria, especialmente "no momento em que o país demanda medidas que fortaleçam a nossa competitividade diante da acirrada concorrência com os produtos estrangeiros".

O relator pondera ainda que o tempo necessário para impressão do comprovante do registro de ponto irá provocar grandes filas na entrada e saída das fábricas e empresas. Também aponta como dificuldade adicional a exigência de armazenamento dos comprovantes, observando ainda a ineficácia da medida, tendo em vista a insegurança quanto à autenticidade dos mesmos.

Monteiro observou que a portaria do Ministério do Trabalho parte do pressuposto de que há fraude generalizada no registro de ponto dos trabalhadores e, assim, pune a maioria das empresas, que utiliza corretamente os sistemas de ponto.

“O Poder Executivo utilizou inadequadamente o instituto da portaria. Não há dúvida que ao Ministério do Trabalho e Emprego compete baixar normas quanto ao registro de ponto eletrônico e de como se procederá a sua anotação. Não pode, todavia, por meio do instrumento da portaria, criar novos direitos e deveres que não estão previstos em lei”, disse o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que leu o relatório de Monteiro. As informações são da Agência Senado.

Fonte: TI INSIDE

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15
Fev

Juros bancários têm leve queda em fevereiro, diz Procon-SP

quarta, 15 de fevereiro de 2012 | 11:01

As taxas de juros de empréstimo pessoal e cheque especial pesquisadas em bancos pelo Procon-SP apresentaram leve redução de 0,01 ponto percentual em fevereiro, divulgou nesta terça-feira (14) a fundação.

Os bancos pesquisados são Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados foi de 5,87% ao mês, inferior a do mês anterior, que foi de 5,88%. No cheque especial, a taxa média dos bancos pesquisados foi de 9,53% ao mês, inferior a do mês anterior, que foi de 9,54% ao mês.

A assessora do Procon, Cristina Rafael Martinussi, avalia, em nota, que a redução das taxas médias de juros foi pouco significativa e demonstra que o mercado financeiro continua mantendo cautela em relação aos rumos da economia. Na avaliação dela, o consumidor continua sofrendo os reflexos dos gastos do final do ano e das despesas típicas de janeiro.

Fonte: G1

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14
Fev

Rodar com gasolina compensa em 2 cidades

terca, 14 de fevereiro de 2012 | 10:58

Levando em conta o preço médio do álcool e da gasolina, está mais vantajoso abastecer com álcool em cinco das 11 cidades pesquisadas pela ANP. São elas Americana, Cosmópolis, Santa Bárbara d’Oeste, Valinhos e Vinhedo. Em Hortolândia e Paulínia ainda compensa rodar com gasolina.

Em Campinas, Indaiatuba, Itatiba e Sumaré, é indiferente abastecer com álcool ou gasolina. Isso porque nessas cidades o preço do álcool representa aproximadamente 70,5% do da gasolina, deixando o custo-benefício praticamente o mesmo. “Depende de cada carro, mas na média o álcool é vantajoso quando o preço é até 70% o da gasolina. Acima disso, em geral compensa gasolina, porque o álcool é menos eficiente no consumo. Mas essa avaliação tem que ser do consumidor”, afirmou Nilton Monteiro, diretor- executivo da AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva).

Fonte: Todo Dia

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13
Fev

Brasil atinge marca de R$ 200 bilhões de impostos pagos em 2012

segunda, 13 de fevereiro de 2012 | 15:18

O Brasil atinge, por volta das 16h30 desta segunda-feira (13), a marca de R$ 200 bilhões de tributos federais, estaduais e municipais pagos desde o primeiro dia deste ano, revelam dados do Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Neste ano, a marca será atingida nove dias antes do que no ano passado, quando o montante foi alcançado em 22 de fevereiro, o que comprova o crescimento da arrecadação tributária.

"Em seis anos, a arrecadação de impostos no Brasil duplicou, mas o crescimento do País não dobrou. É passada a hora de o brasileiro se enxergar como pagador de impostos e não como mero contribuinte. Somente com a consciência de cidadãos é que vamos nos mobilizar para cobrar uma melhor utilização do dinheiro público”, disse o presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo ), Rogério Amato.

Histórico

Em 2005, o Brasil arrecadou R$ 773 bilhões, enquanto em 2006 a arrecadação cresceu 11,3%, se comparada ao ano anterior. No ano de 2007, o valor dos tributos acumulados aumentou em R$ 110 bilhões, 13,5% a mais que em 2006.

Já em 2008, a arrecadação foi 13,9% maior que a de 2007 e, no ano de 2009, a arrecadação aumentou em R$ 34 bilhões, ou seja, 3,2% sobre o ano imediatamente anterior.

Por fim, em 2010, a arrecadação anual de impostos subiu 10,3%, na comparação com o ano de 2009, e em 2011 foram arrecadados R$ 1,5 trilhão, um aumento de 15% com relação a 2010.

Impostômetro

O painel do Impostômetro foi inaugurado em 20 de abril de 2005 e está instalado no prédio da sede da ACSP.

Também pela internet qualquer cidadão pode acompanhar o total de impostos pagos pelos brasileiros aos governos federal, estadual e municipal, de acordo com os estados e municípios.

O sistema informa ainda o total de impostos pagos desde janeiro do ano 2000 e faz estimativas de quanto será pago até dezembro deste ano.

 

Fonte: Uol

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10
Fev

Governo define regras de linha de crédito mais barata para reformar casa própria

sexta, 10 de fevereiro de 2012 | 10:35

O Ministério das Cidades oficializou as regras para a liberação de empréstimos mais baratos para a compra de materiais de construção para a reforma da casa própria. O Diário Oficial desta sexta-feira (10) traz as normas para a contratação do Fimac FGTS, uma linha de crédito específica para pequenos consertos com o teto de R$ 20 mil, destinada ao trabalhador brasileiro.

O dinheiro só é liberado para trabalhadores que tenham conta no FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e não leva em conta renda familiar para disponibilizar o crédito, que pode ser usado para reformar imóveis urbanos e rurais.

Além da reforma, o dinheiro pode ser usado para instalar hidrômetros e sistemas de aquecimento solar. Para conseguir a grana, o imóvel não pode ter valor de mercado superior a R$ 500 mil.

Os juros para contratar o financiamento são de 8,5% ao ano, além de 2,16% ao ano que vai para o banco ou agente financeiro. Assim, o valor total ao ano é de 10,66%, no máximo.

Os bancos podem cobrar também uma taxa de até R$ 25 pelos custos de administração da operação. O prazo máximo para quitar a dívida com o FGTS é de até dez anos (120 meses).

O interessado em tomar a linha de crédito precisa ter, ao menos, três anos de contribuição para o FGTS, ter saldo no fundo de, no mínimo, 10% do valor do imóvel e não ter em seu nome outro financiamento habitacional.

Quem pegar mais de R$ 10 mil será obrigado a comprovar que os pedreiros da obra têm carteira assinada e direito a todos os benefícios previdenciários. 

Alternativa

A Caixa já disponibiliza o Construcard, uma linha de crédito específica para a compra de materiais de construção para reformar ou ampliar a casa. Para liberar a grana, o banco exige outros imóveis como garantia.

Pelo programa, o prazo para fazer as compras vai de dois a seis meses, quando o cliente paga os juros do valor usado, e o pagamento pode ser feito em até 60 meses (contando o prazo de utilização).

Entenda mais sobre o fundo

O FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) foi criado em 1967 pelo governo para proteger o trabalhador demitido sem justa causa. A conta recebe, todo mês, 8% do salário pago ao empregado e o dinheiro é corrigido com atualização monetária e juros.

O dinheiro que fica no fundo só pode ser sacado em ocasiões especiais, como a compra da casa própria, aposentadoria, demissão sem justa causa ou em caso de algumas doenças graves, como câncer, por exemplo.

O FGTS faz parte do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) e financia a compra de imóveis avaliados em até R$ 500 mil.

Fonte:R7

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09
Fev

Brasileiros preferem gastar com lazer a investir em poupança, revela estudo

quinta, 09 de fevereiro de 2012 | 10:30

SÃO PAULO - Os brasileiros preferem gastar com lazer a investir na poupança, revela pesquisa trimestral da Nielsen, divulgada nesta quarta-feira (8).

Segundo a pesquisa, o uso dos recursos excedentes com entretenimento fora de casa obteve 39% das respostas dos entrevistados, enquanto que investir na poupança é a terceira opção, com 32% das citações. Quitar as dívidas foi a segunda opção, com 35%, e viagens e férias ficaram na quarta posição, com 18% das respostas.

As opções dos brasileiros sobre o que fazer com o dinheiro excedentes, foram diferentes da média dos latino-americanos, que responderam como primeira opção investir o recurso na poupança e quitar dívidas, ambos com 37%.

Trabalho e principais preocupações
A pesquisa também mostrou que os brasileiros estão acima da média da América Latina (48%) no que diz respeito à perspectiva de trabalho, já que 71% possuem uma boa ou excelente percepção para os próximos 12 meses.

Entre as principais preocupações dos brasileiros, estão equilíbrio entre o profissional e o pessoal  (18%), seguido da preocupação com a saúde e o temor do endividamento, ambos com 11%.

Fonte:Uol

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08
Fev

Almoço fora consome até 65,8% do mínimo

quarta, 08 de fevereiro de 2012 | 09:59

BRUNO BACCHETTI

REGIÃO

Almoçar fora de casa em Campinas custa, em média, R$ 18,60 (refeição e bebida) por dia. Em um mês com 22 dias úteis, a despesa atinge R$ 409,20, o que representa 65,8% do salário mínimo, que é R$ 622. O valor corresponde ainda a 34,2% do salário médio de admissão da cidade, que em 2011 foi de R$ 1.194,88.

Os dados foram apurados pelo Instituto Datafolha em parceria com a Alelo, administradora de cartões-benefício e cartões pré-pagos, em pesquisa realizada em 21 cidades do interior de São Paulo e 18 Capitais. Em Indaiatuba, a outra cidade da RMC (Região Metropolitana de Campinas) abrangida pela pesquisa, o almoço fora de casa custa ainda mais caro. Em média, a refeição sai por R$ 20,60, a quinta mais cara entre os municípios pesquisados. Campinas aparece na 14ª colocação.

A pesquisa foi realizada entre 13 de setembro e 19 de outubro de 2011 e analisa o custo e a oferta da refeição em quatro diferentes categorias: comercial (também conhecido como prato feito), self-service, executivo e à la carte. O levantamento foi feito em estabelecimentos credenciados à rede Visa Vale, e abrange a refeição no período do almoço, de segunda a sexta-feira.

Para o economista e professor da PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) Cândido Ferreira da Silva Filho, os custos de mão-de-obra, aluguel e os preços dos alimentos são fatores que deixam elevado o preço das refeições fora de casa. “O que acontece é que hoje qualquer deslocamento é difícil, por isso as pessoas são obrigadas a almoçar fora de casa e têm de assumir esse custo. Os alimentos subiram muito no ano passado e foram os que mais pressionaram a inflação. O consumidor está pagando por isso”, disse.

PROFESSOR

O economista e professor da PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) Antonio Carlos Lobão lembra que a maioria das empresas oferece vale-refeição aos seus funcionários, o que nem sempre é o suficiente para pagar o almoço. “Como a maioria das empresas têm vale-refeição, os restaurantes calculam o preço em cima desse valor”, disse Lobão.

Segundo ele, as grandes cidades oferecem mais opções e a concorrência torna os preços mais baixos.

Fonte: Todo Dia

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07
Fev

Privatização de aeroportos não vai levar à queda de tarifas, dizem especialistas

terca, 07 de fevereiro de 2012 | 15:46

SÃO PAULO – Especialistas não acreditam que as tarifas aeroportuárias vão cair após a privatização dos aeroportos, mas esperam por uma melhor relação custo-benefício aos consumidores.

O professor de economia da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, não acredita que as tarifas dos aeroportos como de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília vão cair, apesar de já estarem em um patamar relativamente elevado. Com a privatização, porém, o que possivelmente irá acontecer é uma gestão mais eficiente, o que vai refletir em melhor custo-benefício aos passageiros.

Aeroportos serão mais bem explorados
Leite acredita que, com a concessão à iniciativa privada, os serviços serão mais bem explorados, dando assim mais retorno aos consumidores. “As empresas vão poder explorar melhor do que a Infraero os aeroportos”, diz. Ele ainda acredita que a privatização vai possibilitar o aumento no número de passageiros e, consequentemente, uma economia de escala.

Na prática, o especialista entende que a gestão privada é mais dinâmica e vai conseguir administrar melhor os aeroportos, melhorando os serviços, reduzindo os preços dos estacionamentos, e, inclusive, fazendo mais receita com a venda de espaço publicitário. 

O especialista em infraestrutura e direito regulatório, Rodrigo Campos, do Aidar SBZ Advogados, concorda com tal visão e acredita que haverá uma grande mudança nos serviços que existem nos aeroportos, como lojas, estacionamento e alimentação. “Esses serviços serão explorados livremente, e é de onde as empresas esperam tirar seus lucros”, diz. 

Apesar de ser favorável a privatização, o especialista em transporte e logística, Antônio Wrobleski, também não acredita que as tarifas vão cair, principalmente porque não haverá competição. Vale pontuar que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) controla, por meio dos contratos firmados com as empresas, os reajustes tarifários.

De acordo com a assessoria de imprensa da Agência, os preços são reajustados com base no índice oficial de inflação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), e na produtividade do aeroporto.

Wrobleski ainda afirma que uma das vantagens que os consumidores terão, agora que a iniciativa privada vai passar a administrar os aeroportos, diz respeito aos direitos do consumidor. “Quando quem controla é a iniciativa privada, você sabe com quem falar”. Os consumidores terão um canal direto para reclamações e passarão a ser mais ativos em relação às suas queixas.

Fonte:InfoMoney

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